Quem senão os poetas se
arriscam a enfrentar o
Não, o Nada, e o Nunca.
Quem salvo os poetas é
capaz de perceber, ver e
observar a inexistência?
Se o invisível é brilhante
ou colorido, quem poderá
saber,
Se o indizível é altissonante,
salvo o silêncio, quem poderá
dizer,
Se o inacreditável não é crível,
nisso, desse modo, quem poderá
crer?